"Na rota do hidrogénio"

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Alberto Campos é proprietário da “Auto Foz Do Alva”, empresa de acessórios para automóveis situada junto ao nó de Miro, no IP3. Instalou-se naquele local em 1989, numa altura em que começavam as obras para a construção daquele itinerário principal.

Há dias visitei-o e, como amigo que é, fez questão de, orgulhosamente, me mostrar um artigo científico, da autoria da sua filha, Maria Inês Campos, investigadora da Johnson Matthey, empresa sedeada no Reino Unido, que se dedica, entre outros, à criação de sistemas de controle de poluição, tais como catalisadores e componentes para células de combustível, entre elas o hidrogénio. 
Apesar de ser um assunto que a todos nos preocupa, não deixa de ser interessante que, tão próximo de nós, exista um conhecido empresário, que exerce a sua profissão no concelho, e cuja filha é alguém que, tão longe dos seus parentes, contribui para tornar o futuro do planeta mais sustentável. Maria Inês Campos licenciou-se em química industrial na FCTU de Coimbra, tendo sido distinguida em 2008, como uma das melhores alunas do seu curso. Pouco tempo depois rumou até Inglaterra em busca de um suposto futuro melhor, que a permitisse crescer pessoal e profissionalmente“, tendo então conseguido dar o seu contributo sobre o sector e sobre as “fuel cells”, ou “energia verde” como gosta de as designar.

Para ficar a conhecer um pouco mais da actividade que desenvolve, nada como ler o artigo na integra e assim, mais uma vez, admitir que a evolução tecnológica, também se faz em português e, no caso, um pouco em Penacova.

3 COMENTÁRIOS

  1. Gostaria de agradecer, na primeira pessoa, ao Sr. Pedro Viseu. Que surpresa este seu artigo! Como cientista acredito na ciência mas acho imprescindível a sua divulgação ao público em geral (daí o artigo na revista). Bem haja pela sua dedicação, também à escrita e a Penacova!

  2. O prazer de o escrever foi todo meu, convencido que estava (e estou), na importância da sua divulgação. Tirando isso, o mérito é todo seu e do seu pai que, orgulhosamente, e em boa hora, me deu a conhecer a sua magnífica contribuição para a evolução da "boa ciência".
    Obrigado!