Prémios de Jornalismo CEPSA Estradas 2012 – Comunicado à Imprensa

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Os
vencedores da segunda edição dos Prémios de Jornalismo CEPSA Estradas foram
ontem conhecidos, numa cerimónia no Teatro do Bairro, em Lisboa. O galardão
dirigido a jornalistas visou premiar os melhores trabalhos jornalísticos
publicados em 2011 sobre temáticas relacionadas com o setor rodoviário. As
peças da jornalista Teresa Campos, da Visão, e Álvaro Coimbra, da Antena 1,
mereceram, ex aequo, a distinção de grandes vencedores, e receberam um
prémio pecuniário no valor de 5.000€ (cinco mil euros). 



Viver e morrer na EN125” foi o título da reportagem apresentada pela jornalista
Teresa Campos da Visão, que visou retratar a via que atravessa todo o Algarve e
que se tornou o móbil de desenvolvimento daquela região. Mas várias estórias
dão conta do perigo que a EN125 se tornou para as populações que vivem com uma
espécie de auto-estrada à porta de casa, dadas as altas velocidades que é
possível atingir em alguns locais, mesmo junto às localidades.
AEstrada Verde” do jornalista Álvaro Coimbra, da Antena 1, trata-se de uma
reportagem radiofónica sobre a reabilitação da EN110, que liga Coimbra à Vila
de Penacova, acompanhando o percurso do Rio Mondego. A designação “Estrada
Verde” foi dada, nos anos noventa, pelo ex-ministro João Cravinho que sublinhou
o potencial turístico e paisagístico daquela via. Fazendo jus ao nome, o
pavimento da Estrada Verde foi feito com pó de pneu reciclado que foi
adicionado à camada de desgaste do pavimento. A reportagem descreve o método
utilizado e faz um enquadramento histórico e turístico da via.
Os
trabalhos que nos chegaram são um motivo de orgulho para a CEPSA Portuguesa,
dada a qualidade e conhecimento especializado que conseguimos reunir no âmbito
desta iniciativa. Com atividade em Portugal há 48 anos, temos hoje uma posição
entre as principais petrolíferas a operar no mercado Nacional e é, por isso,
nossa responsabilidade promover, incentivar e premiar o conhecimento
especializado e a investigação séria e profunda que realizam os profissionais
do jornalismo sobre este setor
”, referiu Matias Pérez Alejo,
Diretor-Geral da CEPSA Portuguesa
no fecho do evento.
A
esta segunda edição dos Prémios Jornalismo CEPSA candidataram-se 25 trabalhos
jornalísticos, dos quais 6 peças de televisão; 1 peça de rádio; 18 peças de
imprensa escrita, num total de 12 órgãos de comunicação social participantes.
Os
trabalhos vencedores foram eleitos por um painel de jurados presidido por Luís
Sobral, Administrador-Delegado da CEPSA Portuguesa, e constituído por Pedro
Carvalho, Administrador-
Delegado
da Brisa Engenharia e Gestão, Juiz Desembargador Pedro Mourão, Presidente da
Carteira Profissional dos Jornalistas, e Filipe Henriques, Diretor de Vendas
Diretas da CEPSA Portuguesa.

Alvaro Coimbra é jornalista e profissional de rádio
desde 1989.
Deu os primeiros passos na rádio local de Penacova,
a rádio Manchete, em 1985.
Em 1989 iniciou o percurso profissional como locutor
e repórter desportivo  na Rádio Press, no Porto.
Apresentou e realizou  vários programas e distinguiu-se
na área do desporto. Durante várias épocas acompanhou o percurso
de algumas equipas portuguesas (Benfica, FC Porto e Boavista) nas competições
na UEFA.
Quatro anos mais tarde passou pela TSF/Porto com vários
trabalhos na área da programação.
Em 1995 mudou-se para Coimbra, para a RDP/ANTENA1,
assumindo em definitivo o jornalismo. Desde 2003 que é chefe de
redação daquela delegação.
Ao longo dos últimos anos tem feito vários trabalhos
de reportagem no país e no estrangeiro. Esteve em Espanha, em 2004,
nos atentados terroristas de Atocha e nas eleições gerais.
Na Dinamarca, por duas vezes, onde fez trabalhos na
área das políticas ambientais e relações laborais.
Na Holanda, acompanhou o dia a dia de cientistas portugueses
na Agência Espacial Europeia.
Por cá, entre as reportagens mais relevantes, destaca-se
O Bibliotecário Ambulante” (2008) que concorreu ao prémio de
jornalismo da ANMP e tem sido citada em trabalhos universitários. O
despovoamento do interior, as questões ambientais e a preservação
do património também tem sido temas abordados.
Na televisão tem tido colaborações pontuais e na
imprensa escrita foi diretor do “Jornal de Penacova”
desde a sua fundação, em meados dos anos 90, até ao seu desaparecimento
em 2007.

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