Luís Correia de Oliveira defende criação da Rota da Doçaria Conventual entre Lorvão e Figueira da Foz

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No Museu do Campo, sede da LACAM, “descobrem-se” verdadeiras
relíquias. Exemplo disso são os baús, usados outrora pelas vendedoras de
pastéis de Tentúgal, que viajavam para Coimbra a bordo da empresa Moisés
Correia de Oliveira. E também ali se encontram obras que testemunham a venda
deste doce tradicional, nos anos 50 do séc. XIX, «debaixo do Arco do Bispo», em
Coimbra.
Curiosidades à parte, Luiz Correia de Oliveira, presidente
da direcção da Liga dos Amigos dos Campos do Mondego não tem dúvidas
relativamente à importância que o pastel de Tentúgal e outros doces de origem
conventual têm na economia regional, como factor de atracção de
visitantes/turistas, de criação de postos de trabalho a nível local e do
consequente impacto positivo que isso representa em termos sociais, criando
riqueza e contribuindo para a fixação das pessoas. Por isso mesmo defende a
«criação de uma Rota da Doçaria dos Campos do Mondego», que envolvesse, em
termos territoriais, toda a área geográfica que se estende des de o «Lorvão à Figueira da Foz»,
contemplando as referência da doçaria de Lorvão e Penacova, Coimbra, Tentúgal,
Pereira, Carapinheira Ançã e Figueira da Foz. DC
[foto]

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