Unidade de Laborins – Cruz Vermelha mais activa no concelho de Penacova

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Cerca de meia centena de voluntários assumiu compromisso de honra no dia em que foi inaugurada a nova estrutura operacional de Laborins
O Centro Humanitário Baixo Mondego
– Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) tem desde ontem uma nova estrutura, a primeira
no concelho de Penacova. Localizada em Laborins, nas instalações da antiga
escola primária, conta com a
disponibilidade de cerca de 50 voluntários, que ontem juraram servir e cumprir
os sete princípios fundamentais da CVP.
Durante a cerimónia solene, presidida
pelo coronel Góis Moço em representação do presidente nacional da CVP (Luís Barbosa),
o director do Centro Humanitário Baixo Mondego (CHBM) sublinhou a importância
de uma estrutura da CVP em Penacova num momento de crise económica, em que
sairão reforçadas «a promoção das condições de vida da população em maior
vulnerabilidade». Ao recordar acções pontuais em Penacova pelo CHBM, Joaquim
Roupa dos Reis perspectivou uma «participação mais activa» com a nova
estrutura.
Hoje, disse o responsável, criamos
um novo caminho. Presente em quatro concelhos, o CHBM irá continuar a reforçar
os seus serviços, procurando mesmo diversificá-los, indo do transporte de
doentes, prevenção e reinserção social até, entre outros, ao possível apoio
domiciliário, lavandaria social ou ajuda alimentar.
A CVP é, recordou-se, uma
instituição de voluntários liderada por voluntários. Antes mesmo das
intervenções de circunstância e do juramento, a recruta Caroline Jordão, da
estrutura operacional de Carvalhais de Lavos, leu um texto de homenagem ao voluntário,
fundamental nos objectivos da CVP. É desejável, observou, que o voluntário seja
envolvido, que se reforce a sua responsabilidade, que se sinta parte da Cruz
Vermelha mas não apenas uma parte.
O que os voluntários e a CVP não
esquecem, e ontem fizeram questão de o demonstrar, é o apoio da comunidade. Com
pequenas lembranças agradeceram a ajuda prestada ao CHBM por António Gabriel, Ricardo
Fernandes (que não pôde estar presente) e a José Gonçalves, decisivos nas obras
das novas instalações de Laborins, inauguradas após a cerimónia de juramento.
Perante o estandarte da CVP, os novos voluntários assumiram o compromisso de
honra, lido pelo coordenador local de emergência, António Gonçalves. A CVP rege-se
por sete princípios fundamentais: Humanidade, Imparcialidade, Neutralidade,
Independência, Voluntariado, Unidade e Universalidade. DC