IP3 – Ligação entre Coimbra e Viseu é “uma necessidade” diz Humberto Oliveira

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Humberto Oliveira afirmou que uma
nova ligação entre Coimbra e Viseu e a requalificação do IP3 são «uma
necessidade » há muito pedida, sendo estes projectos importantes para se ter
«uma região forte».

«Para podermos ter uma região forte é
fundamental ter vias de comunicação em boas condições, o que não acontece hoje
com o IP3», disse à Lusa o presidente da Câmara de Penacova, considerando que a
actual ligação entre Coimbra e Viseu «não garante condições de segurança ou de
rapidez».
A ligação entre Coimbra e Viseu figura
entre os dois projectos rodoviários da lista de 30 projectos prioritários para
o investimento em obras públicas, definido pelo grupo de trabalho para as
infra-estruturas de elevado valor no relatório entregue ao Governo na segunda-feira.
Na segunda-feira, o presidente da
Câmara de Coimbra, Manuel Machado, defendeu que o projecto da empresa Metro Mondego
e uma nova ligação por auto-estrada de Coimbra a Viseu são projectos
prioritários no âmbito dos investimentos nacionais dos próximos anos.
«Acreditamos que estes serão dois
projectos que poderão vir a fazer parte das prioridades assumidas para
2014-2020», disse também Pedro Saraiva, pre sidente da Comissão de Coordenação
e Desenvolvimento da Região Centro (CCDRC).
A realização das obras do metro de
superfície, por fases, e a construção de uma nova ligação rodoviária de Coimbra
a Viseu «são dois projectos sinalizados como sendo de grande relevância», para
o distrito de Coimbra e para a região Centro, acrescentou.
O autarca de Penacova frisou que,
além de ser necessária uma nova ligação entre Coimbra e Viseu, «tem de também ser
considerada a requalificação do IP3». Para Penacova, «é importante» ver as vias
de comunicação melhoradas, de forma a «ajudar a desenvolver a economia da
região», tornando- a mais atractiva para agentes económicos e para o desenvolvimento
do turismo.
Humberto Oliveira está «confiante» de
que o Governo candidate o projecto rodoviário a fundos comunitários, por considerar
que «o projecto já está num estado de maturidade»

Fonte Diário de Coimbra