EN110 – reabre ao trânsito três meses depois da derrocada

0
2
A Estradas de Portugal anunciou a reabertura ao
trânsito, hoje, da Estrada Nacional (EN) 110, em Penacova, depois da conclusão dos
trabalhos de pregagens necessárias para estabilização do talude. Contudo, “a circulação
no local far-se-á de forma alternada e está devidamente sinalizada”, refere a
Estradas de Portugal.



A via, que liga Penacova e Coimbra/Portela,
esteve cortada à circulação do trânsito durante três meses, após uma derrocada ocorrida
na zona de Foz do Caneiro, Penacova, a 15 de janeiro. Quase um mês depois da derrocada,
foi constituída uma comissão de utentes, que organizou uma manifestação para exigir
o início da empreitada da remoção do talude que desabara. Pressionando sempre a
Estradas de Portugal para a célere realização das obras, a Comissão de Utentes
alertou para “os transtornos” que o corte da estrada ao trânsito provocava aos
moradores da área, que chegavam “a passar mais de duas horas em transportes
públicos”, em vias alternativas, quando a viagem, por aquela estrada, demorava cerca
de meia hora.

Prejuízos para as populações
Os moradores mais afetados pelo corte da estrada
eram os das zonas de Foz do Caneiro, Rebordosa, Chelo e Loredo, mas também os
residentes de concelhos do interior da região, como Tábua, Côja e Arganil.
Agora, com a conclusão dos trabalhos de
pregagens, “ficarão por efetuar um conjunto de trabalhos não críticos, tal como
drenagens, limpeza e projeção de betão, que implicarão o fecho da estrada em períodos
pontuais”, que serão “coincidentes com a altura do dia em que se regista menor
tráfego”, refere ainda a Estradas de Portugal, no comunicado ontem divulgado.
“Esta solução permite os movimentos pendulares da
população e tem vantagens evidentes, uma vez que os trabalhos fundamentais para
a garantia das condições de segurança de exploração serão concluídos no mais
breve intervalo de tempo”, considera a Estradas de Portugal, numa referência aos
transtornos que o fecho da via ao trânsito causava aos utentes. |
Dora Loureiro





DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui