AD ELO potenciou investimentos de 40 milhões em 20 anos

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“Capacidade”
e “harmonia” é, de acordo com o que, ontem, afirmou João Moura, igual a “sucesso”.



O
presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, a assumir nesta altura também a
presidência da AD ELO, falava ontem na cerimónia dos 20 anos da Associação de
Desenvolvimento Local da Bairrada e Mondego, afirmando acreditar firmemente no “futuro”
de um projeto que soube afirmar-se como potenciador no desenvolvimento social e
económico de toda uma região e que, em 20 anos, se estendeu de quatro a seis municípios.
Constituída,
a 9 de Junho de 1994, por quatro municípios – Cantanhede, Mealhada, Montemor-o-Velho
e Penacova –, a que se juntaram mais tarde outros dois – Mira e Vagos –, a AD
ELO nasceu para preencher um “vazio” existente nos territórios do Baixo Mondego
e Bairrada, então caracterizados como regiões “desenvolvidas” de acordo com os parâmetros
de atribuição de apoios comunitários, como ontem explicou Mário Fidalgo,
coordenador da equipa técnica da associação.
Certo é
que, numa visão “micro”, algumas zonas destes territórios padeciam de problemas
tão complicados a nível de desenvolvimento, social e económico, como os concelhos
interiores de Góis ou Arganil, por exemplo.
Confiança no próximo QCA

Conseguiu-se
então fazer vingar esta tese junto das entidades nacionais e europeias, construindo-se
a pouco e pouco uma estrutura – sempre com sede em Cantanhede e a assumir, desde
logo, uma presidência em rotatividade pelos municípios associados –, que foi
capaz de canalizar para os territórios do Baixo Mondego e Bairrada mais de 40
milhões de euros em investimento direto vindos dos programas integrados nos
diversos quadros comunitários de apoio (QCA).
Com “um
futuro risonho” pela frente, como sublinhou ontem ainda João Moura, a AD ELO
espera agora o mesmo “sucesso” no próximo QCA, a vigorar entre 2014 e 2020.
Para tanto, contam não apenas as inúmeras e fundamentais infraestruturas sociais
e económicas que conseguiu concretizar, mas também as mais recentes iniciativas
de cooperação, nomeadamente com países africanos de língua.
Texto de Lídia Pereira e foto de Luís Crarregã

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