ÁGUAS DO MONDEGO sensibiliza para preservar meio ambiente

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A Águas do Mondego dedica parte da sua
actividade à educação ambiental. A empresa recebe centenas de alunos nas suas
instalações e realiza acções de sensibilização nas escolas

A formação é indispensável
na sociedade actual. A Águas do Mondego (AdM), sendo uma empresa responsável
pela captação, tratamento e distribuição de água para consumo público e pela
recolha, tratamento e rejeição de efluentes dos municípios de Ansião, Arganil, Coimbra,
Condeixa-a-Nova, Góis, Leiria, Lousã, Mealhada, Miranda do Corvo, Penacova, Penela
e Vila Nova de Poiares, preocupa-se com a prevenção da poluição e a utilização
eficiente do bem escasso que é a água. Por isso, desenvolve actividades formativas
direccionadas, quer para escolas, quer para a população em geral, sensibilizando
para as temáticas ambientais, através das visitas às suas infraestruturas e acções
didáticas nos vários municípios.
Na próxima sexta–feira, a
Águas do Mondego recebe a visita de formandos da APCC – Quinta da Conraria que,
no âmbito do Módulo de Educação Ambiental, vão visitar a ETAR do Choupal. Ainda
este mês, alunos da Licenciatura de Engenharia Ambiental da Escola Superior
Agrária de Coimbra vão visitar a ETA da Boavista, tal como no próximo mês, está
prevista a visita de alunos do Curso Profissional da Escola Secundária de
Pombal que vão conhecer o dia-adia, na ETAR do Choupal, na ETA da Boavista e no
Laboratório da AdM, Já os alunos de Mestrado em processos Químicos e
Biológicos, do ISEC vão visitar a ETAR do Choupal e perceber como funciona. Até
final do ano, estão ainda previstas as visitas de alunos do Instituto
Polítécnico de Leiria e do Agrupamento de Escolas de Arganil.
As acções de
sensibilização da Águas do Mondego pretendem, além de informar os jovens sobre
o ciclo urbano da água (como chega a água às torneiras e para onde vão as águas
sujas), alertá-los para a necessidade de racionalizar este bem precioso,
insubstituível e fundamental para a sobrevivência não só do ser humano como de
todas as espécies. Registe-se, a propósito, que a água se encontra distribuída de
forma desigual no tempo e no espaço, o que leva a que 25 % da população mundial
não tenha água própria para consumo.
Nos países mais
desenvolvidos, além da água chegar aos consumidores, com qualidade controlada,
há ainda o processo de tratamento das águas residuais que, além de evitar a poluição
do meio ambiente, pode ainda ser reutilizada para diferentes fins.
Assim, as visitas são
direccionadas para alunos do ensino básico e secundário e também para alunos do
ensino superior. Em cada visita, há a preocupação de abordar as diversas questões
ligadas à captação da água e ao seu tratamento, de acordo com as idades e com
as temáticas abordadas na escola.
Além das acções de
sensibilização dirigidas às escolas, também a população em geral pode visitar
as ETA’s ou ETAR’.s.
Se hoje Coimbra consegue abastecer
seis concelhos, através das captações de água que faz na Boavista, recorde-se
que o abastecimento de água em Coimbra remonta aos finais do século XIX. Em
1889, a água era captada na Cerca dos Ventos (actual Parque Manuel de Braga),
num sistema que se manteve por mais de 50 anos. Depois passou para a Boavista, com
uma nova metodologia que tem vindo a ser alterada, de acordo com a evolução
tecnológica 
A Águas do Mondego tem as portas abertas e recebe visitas, solicitadas através
do 
email visitas@mondego.adp.pt, com intuito de
explicar o processo de tratamento que é feito na ETA e ETAR e quais as práticas
que os cidadãos devem ter no seu dia-a-dia, com pequenos gestos individuais que,
multiplicados or todos, podem fazer a grande diferença para uma boa gestão de
um recurso tão precioso como é a água. Mais informações em
www.aguasdomondego.pt.|DC