MAI garante helicópteros de emergência médica durante a época de fogos florestais

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Após o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) ter
anunciado, na quarta-feira, que deixou de ter disponíveis os dois helicópteros
Kamov de transporte de doentes e essa suspensão durará as próximas seis semanas,
esclarece o MAI que
a frota de helicópteros Kamov, da Autoridade Nacional
de Proteção Cívil, está indisponível para algumas missões durante o período de
manutenção que precede a época dos fogos florestais.
A
frota Kamov corresponde a 5 aeronaves do total de 49 previstas para o
Dispositivo Especial de Combate aos Incêndios Florestais (DECIF) para o ano de
2015, embora, por serem propriedade do Estado, a sua operacionalidade seja
relevante para o Dispositivo.
«Todas as operações de manutenção, reparação e alteração
dos termos contratuais dos serviços prestados por outras entidades, foram
planeadas no sentido de não prejudicar a integração destas aeronaves no DECIF»,
escreve o Ministério, referindo-se, nomeadamente ao caso dos serviços prestados
ao Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), cujo protocolo
«expressamente faz depender a possibilidade de empenhamento em missões INEM da
disponibilidade das aeronaves».
A ANPC informou o INEM da indisponibilidade dos
helicópteros «para o empenhamento em missões da responsabilidade daquele
Instituto até ao início do DECIF15», o que corresponde à limitação para
«determinado tipo de missões e nunca de uma paragem de frota ou da sua
indisponibilidade para combate a incêndios florestais, como aliás se comprova
pelo efetivo empenhamento de aeronaves dessa frota neste tipo de missões, já
depois da mencionada comunicação dirigida ao INEM».
O MAI acrescenta «que, no âmbito do planeamento do
DECIF15, foi confiada à ANPC a responsabilidade de prever, do ponto de vista
operacional, sempre que necessário com reforço de meios, formas de suprir
indisponibilidades pontuais que possam vir a verificar-se no que respeita às
aeronaves do Estado».



NI/MAI