INCÊNDIO desalojou família em S. Paulo

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As chamas poderão ter começado no
quadro eléctrico da habitação e propagaram-se céleres, destruindo parcialmente
uma moradia, em S. Paulo, freguesia de Carvalho, concelho de Penacova. A casa
ficou inabitável e a família, constituída por um casal, um menino de cinco
anos, uma adolescente de 15 e a avó de 90, ficou temporariamente alojada em
casa de familiares.
O alerta foi dado para os
Bombeiros de Penacova às 18h50 e, na altura, encontravam-se em casa, de acordo
com o comandante António Simões, os elementos mais novo e mais velha da
família. Para S. Paulo foram mobilizados 20 homens, apoiados por cinco
viaturas. Além de dominar as chamas, os bombeiros tiveram uma preocupação
acrescida: evitar que se propagassem às casas vizinhas, uma vez que a habitação
se localiza no meio da povoação. Tirando as «ruas muito estreitas», António
Simões, comandante dos Voluntários de Penacova, não regista dificuldades de
maior.
As operações de combate e
rescaldo, prolongaram-se até às 22h00, representando o corolário de um dia
verdadeiramente “negro” para os Bombeiros de Penacova. Isso mesmo reconhece
António Simões, recordando que o “dia” começou pouco depois das 14h00, com um
acidente no IP3, na zona de Mortágua, com uma vítima mortal e um ferido grave.
«Foi mais de uma hora em opera- ções de desencarceramento», diz. Seguiu-se,
pouco depois, um acidente , também no IP3, junto ao Bar 21, com dois feridos
ligeiros, socorridos no local, que também “exigiu” a presença dos
bombeiros. Para terminar, sobreveio o incêndio em S. Paulo. Mas, pelo meio, a
“contabilidade” regista 12 saídas para situações de emergência pré-hospitalar e
o transporte de 30 doentes. MV