CCDRC edita boletim relativo ao primeiro trimestre de 2015

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O Produto Interno Bruto
nacional registou o maior aumento desde o final de 2010, tendo aumentado 1,5%.
As exportações e as importações de bens e serviços aumentaram mas apenas as
exportações registaram uma aceleração. Mantiveram-se os sinais de recuperação
do mercado de trabalho, com a taxa de desemprego a fixar-se em 13,7% em
Portugal. As expectativas dos consumidores voltaram a melhorar e a confiança
dos empresários continuou positiva.
Na Região Centro, o
mercado de trabalho voltou a registar uma ligeira retração. Os valores
regionais da população ativa, empregada e desempregada apresentavam-se muito
próximos dos registados um ano antes, tendo existido, no entanto, um
agravamento da taxa de desemprego, que se fixou em 11,1%, neste trimestre.
Apesar disto, o Centro continuou a ser a região com menor taxa de desemprego no
país.
No setor empresarial
continuaram a verificar-se sinais de dificuldades financeiras que se traduziram
num aumento do grau de incumprimento e numa diminuição dos empréstimos
bancários obtidos. Relativamente à dinâmica das empresas e dos empresários,
verificou-se um aumento das novas empresas constituídas e uma diminuição das
ações de insolvência. O ramo da construção continuou a evidenciar dificuldades
na sua atividade, quer ao nível do licenciamento como da construção. Relativamente
às relações comerciais da região com o mercado externo, observou-se um
crescimento homólogo das exportações e das importações de bens.
Até ao final de março de
2015, estavam aprovados 6,5 mil milhões de euros de fundos comunitários FEDER,
FSE e Fundo de Coesão, no âmbito do QREN, para comparticipação de projetos com
um investimento previsto na região de 10,8 milhões de euros. A região mantém-se
como a segunda maior beneficiária de fundos comunitários do país. No Programa
Operacional Regional – Mais Centro, a aprovação de 4.409 operações envolvia uma
comparticipação de FEDER de 1,8 mil milhões de euros, o que reflete uma gestão
de overbooking. A taxa de execução do Mais Centro era, nesta data, de 85,6%.
Consultar aqui a
versão integral do “Centro de Portugal – Boletim Trimestral” n.º 26