FUTEBOL – UFC eliminou o Camacha e continua em acção na “prova rainha”

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E agora que venha um “grande”. O
União FC proporcionou ontem um bom espectáculo de futebol e tornou-se num dos
“tomba gigantes” da 2.ª eliminatória da Taça de Portugal.
A equipa de Figueira de Lorvão, Penacova, bateu o Camacha, do Nacional de Seniores. Os madeirenses apenas equilibraram e
tomaram conta da partida aos 57’, altura em que Diogo Melo foi expulso e deixou
a equipa da AF Coimbra a jogar com 10. Mas aí já estava 3-0.
A entrada em cena do clube de
Cláudio Garcia foi determinante para o desfecho final.
Muita vontade, grande atitude e o
Camacha encostado às cordas. Logo no segundo minuto, Bruno Costa, num lance de
insistência ofensiva, cruzou para a área e Reinaldo aproveitou a saída em falso
de Caramelo para cabecear com sucesso para o fundo das redes visitantes.
O domínio caseiro era tal que não
espantou minimamente o segundo golo. No seguimento de um lançamento lateral na
direita, Reinaldo teve espaço e cruzou para Jessi empurrar para o 2-0. A esta
dupla junta-se Jocy, num tridente ofensivo que promete fazer “muitos estragos”
esta temporada.
O União FC “arrumou a casa” com
um meio-campo muito combativo e bem posicionado. Na retaguarda jogou-se pelo
seguro e o penúltimo classificado da Série A do CNS teve apenas uma
oportunidade. Dino de cabeça acertou no poste e, no seguimento, valeu Danilo a
cortar o esférico na linha de golo.
Já com o descanso no horizonte,
Jessi desviou de cabeça e ninguém empurrou ao segundo poste. Já Reinaldo viu o
esférico ser devolvido pelo ferro.
Entrar para resolver

O União FC manteve a toada no
arranque da segunda metade. Uma bola no travessão (embora o avançado estivesse
em fora de jogo) foi o mote e, pouco depois, 3-0. Diogo Melo marcou o livre e
Chipi rematou forte para o fundo das redes.
O encontro só não ficou aí
resolvido porque Diogo Melo viu dois amarelos em seis minutos e foi expulso. A
equipa recuou, começaram a pesar as pernas e o Camacha cresceu. Ainda assim,
Ricardo Fernandes ficou por expulsar em… duas ocasiões.
De resto, valeu mesmo que
Gleibson mostrou muito pouca arte para o golo e falhou uma série de ocasiões.
Diop ainda atenuou a diferença, mas as palmas foram para Jessi que, na recta
final, adivinhou um atraso de um defesa e tentou o “chapéu” que saiu a rasar a
baliza para desespero do dianteiro.
Vitória sem margem para discussão
de um conjunto que estará certamente muito atento ao sorteio das 12h00 do dia 1
de Outubro.