PARLAMENTO – Pedro Coimbra questiona Governo sobre IP3 e Metro Mondego

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«É imperioso e justo que sejam
atendidos os pedidos das populações, autarcas, agentes empresariais e outras
entidades locais, que têm reivindicado, por diversos meios, a melhoria da
ligação rodoviária Viseu-Coimbra». Palavras de Pedro Coimbra, deputado de Penacova pelo o PS,
que ontem questionou o Governo, em nome do grupo parlamentar do PS, sobre a
«possibilidade de execução de uma auto-estrada que ligue Coimbra a Viseu».
Na interpelação, ontem na
Assembleia da República, dirigida ao ministro do Planeamento e das Infraestruturas,
o também presidente da Federação do PS de Coimbra questionou se «já existem
projectos para a construção desta via». Lembrando que o anterior Governo «terá
candidatado este investimento ao Plano Juncker», Coimbra quer saber se «o
Estado português já foi notificado de alguma decisão» ou «quando se prevê que a
mesma ocorra».
O deputado salienta que os
diversos agentes das regiões servidas pelo IP3» são «unânimes» em defender «uma
intervenção estruturante», tendo em conta que «este itinerário não se constitui
como uma alternativa viável para a mobilidade de pessoas e bens». Quer saber,
por isso, como é que o «actual Governo pretende operacionalizar a construção
desta nova via rodoviária e em que moldes» e questiona, também, se está a ser
ponderado «candidatar este investimento ao Portugal 2020» e se tal «é
possível».
Estudo do LNEC para Metro Mondego

Também ontem, o deputado
solicitou os “bons ofícios” do titular da pasta do Planeamento e das
Infraestruturas, no sentido de garantir «o envio célere do estudo elaborado
pelo LNEC, concluído em 2015, relativo ao Sistema de Mobilidade do Mondego»
(Metro Mondego).
No requerimento que apresentou ao
Parlamento, Pedro Coimbra justificou este pedido, tendo em conta «uma solução
técnica para o sistema» que o Governo de Passos Coelho «terá apresentado em
Bruxelas», tendo por base o estudo do Laboratório Nacional de Engenharia Civil.
Um estudo cujo «acesso» e «conhecimento» o deputado solicita, uma vez que, não
foi tornado público», nem «existe informação detalhada sobre a eventual
solução» proposta para o Metro Mondego, salienta.