DESPORTO – Penacova está presente na 17.ª edição da Summer Cup

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A 17.ª edição da Summer Cup vai
ser a maior de sempre como o provam, de resto, os números. «Serão 128
equipas, 42 estrangeiras, de quatro países (Portugal, Espanha, França e
Bélgica), constituídas por 1800 jogadores e que irão jogar em 27 campos em simultâneo
num total de 523 jogos», desvendou ontem Luís Vidal, o coordenador do evento
que é organizado pelo Lousã Volley Clube e que desde o arranque em 2000 tem
tido um «crescimento enorme» ao qual os responsáveis têm «sabido dar resposta»,
naquele que é considerado um dos melhores torneios mundiais de voleibol
juvenil.

A prova que amanhã arranca e que
termina domingo vai levar atletas infantis, iniciados, cadetes e juvenis
(masculinos e femininos) a cinco concelhos distintos, isto porque além de
Lousã, Poiares, Miranda do Corvo e Góis, a edição de 2016 é reforçada por
Penacova – «Agradecemos a possibilidade de participar. É também uma
oportunidade de divulgar o voleibol e quem sabe se não é o início da criação de
uma equipa no nosso concelho», referiu a propósito o vice-presidente João
Azadinho.



Na conferência que se realizou no
complexo das piscinas da Fraga, João Henriques destacou «a dimensão» que a
competição tem vindo a ganhar e além da «prática da actividade física» é
importante «para a promoção do território», sublinhou o presidente da autarquia
de Vila Nova de Poiares, ou o evento não envolvesse mais de 2.500 pessoas
durante cinco dias.


O líder da Câmara Municipal da
Lousã, Luís Antunes, por seu turno, realçou também a promoção que é feita da
região, falou da «qualidade organizativa» bem como do papel dos «voluntários
que ajudam a colocar de pé este mega evento» e o facto deste torneio unir
entidades públicas e privadas.

Miguel Mourão, em representação
da Câmara Municipal de Góis, falou do «movimento fora de série» que a prova
traz aquela zona do distrito, deixando uma palavra de coragem e amizade à
organização.

A organização, pela voz de Luís
Vidal, acredita que a prova pode continuar a crescer nos próximos anos, mas
para a edição de 2016 foi mesmo necessário encerrar as inscrições antes do
tempo, tal a procura.
Ricardo Sousa – Diário de Coimbra