ENSINO – Manuais escolares do primeiro ciclo em Penacova são gratuitos pelo terceiro ano consecutivo

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Em
Penacova os manuais escolares do primeiro ciclo são gratuitos pelo terceiro ano
consecutivo. O município decidiu continuar a suportar os custos de manuais e
fichas de trabalho das disciplinas de Estudo do Meio, Matemática e
Português aos alunos das escolas básicas do concelho. Uma vez que a partir
deste ano letivo os manuais do primeiro ano serão distribuídos
gratuitamente pelo Ministério da Educação, a câmara municipal garante os
dos restantes anos. Quanto às fichas de trabalho, que não são fornecidas pelo
ministério, estas ficam asseguradas pela autarquia, refere João Azadinho,
vice-presidente do município de Penacova que tem também a tutela da educação.
O município suportará
ainda os custos com o manual de Inglês para o 3º e 4º ano, uma vez que
esta disciplina é obrigatória. Os manuais a financiar serão os adotados pelo
Agrupamento de Escolas de Penacova para o ano letivo 2016/2017, caberndo a esta
entidade educativa a escolha dos mesmos. O ressarcimento é feito mediante
a apresentação de faturas em nome do educando e do preenchimento do respetivo
requerimento municipal.
Adicionalmente,
haverá a comparticipação de material escolar, no valor do “escalão A”
definido pelo Ministério de Educação, ou seja, 13 euros para todos os alunos.
Todavia, de acordo com a política de incentivo à economia local traçada por
este executivo, que se tem estendido a outras áreas de apoio social, só serão
aceites faturas dos manuais, respetivas fichas e material escolar adquiridos em
estabelecimentos comerciais sediados no concelho de Penacova.
Como
refere João Azadinho, os pais e encarregados de educação têm até 14 de
outubro para apresentar o
requerimento acompanhado das faturas dos manuais, fichas e material escolar em
nome do educando. O pagamento será efetuado até ao dia 31 de dezembro de
2016.
Humberto Oliveira,
presidente do município, justifica que “esta medida representa o apoio
social às famílias penacovenses, tornando possível que os agregados familiares
possam aplicar o seu rendimento noutras necessidades da vida familiar”.