INICIATIVA – Rede de Bibliotecas de Penacova promove ciclo de conferências sobre Património Imaterial

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Decorreu mais
uma sessão do “Ciclo de Conferência sobre o Património Imaterial de Penacova:
gestos saberes e memórias”, da responsabilidade da Rede de Bibliotecas de
Penacova. A temática do dia,
versando “Museu, lugar de memória e cidadania”, permitiu aprender
mais com as especialistas do Instituto Politécnico de Tomar: Eunice Ramos e
Carla Rego. A sensibilização para a imaterialidade, e as questões do património
imaterial na sua ligação com o turismo, onde a conservação e restauro
desempenham um papel de elevado valor, foram, sem dúvida, momentos indutores de
novas aprendizagens que podem ser estimuladas em articulação com a sala de aula
e a biblioteca.
O painel
“Serviços Educativos nos Museus”, contou com Miguel Rego, Diretor do
Museu da Ruralidade (Castro Verde) e Maria
de Lurdes Rufino, Diretora do Mosteiro de Tibães. Demonstraram como é imprescindível cimentar um
trabalho articulado na comunidade, salientando-se exemplos práticos de trabalho
com a comunidade educativa. A manhã terminou com uma visita guiada pelo “ciclo do linho … Memórias vivas de
Penacova” pelo Rancho Folclórico do Zagalho e Vale do Conde, foi uma
excelente (re)visitação e um contributo para leitura(S) plurais.
A tarde,
quente, deste Ciclo de Conferências decorreu no Museu Vitorino Nemésio –
Portela de Oliveira, com conferência sobre “Arquitetura e
património”, que contou com a presença dos especialistas: João Herdade –
Arquiteto da Direção Geral do Património Cultural; Fábio Nogueira –
responsável pela ARU de Penacova e PU de Lorvão e José Dias – responsável
pelo projeto de musealização do Museu do Moinho. Nesta sessão do
Ciclo de Conferência sobre o Património Imaterial de Penacova, o encerramento
não poderia ter sido melhor, quando de gestos, saberes e memórias se falou
ao longo da jornada. Partindo do
Museu do Moinho, diferentes olhares, diferentes leituras, memórias fantásticas
envoltas pela música popular… As vozes do povo: música de raiz popular com o
Rancho Folclórico “As Paliteiras de Chelo” e Gaiteiros de Chelo.