PATRIMÓNIO – O Mosteiro de Lorvão integra a lista dos imóveis do Estado que vão a concurso para se converterem num projeto turístico

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Os imóveis do Estado que
vão a concurso para se converterem num projeto turístico já estão escolhidos. O
Estado vai integrar no Programa Revive um total de 30 edifícios, entre mosteiros,
fortes, antigos quartéis ou conventos que, sem utilização, têm sido condenados
ao abandono e alguns estão em estado de ruína.

A
lista, que foi disponibilizada na página do Turismo de Portugal, fica completa com
os seguintes imóveis: Convento de Santa Clara (Vila do Conde),
Mosteiro de Lorvão (Penacova), Mosteiro de Sanfins de Friestas (Valença), Palácio de
Manique do Intendente (Azambuja), o Forte do Rato (Tavira), Forte de São Pedro
(Estoril) ou o Santuário do Cabo Espichel (Sesimbra
).

Além destes monumentos
religiosos, a referida lista integra ainda outros 19 imóveis
históricos como o Castelo de Vila Nova de Cerveira, os Pavilhões do Parque D.
Carlos I, nas Caldas da Rainha, o Paço Real de Caxias, o Forte do Guincho, em
Cascais, a Quinta do Paço de Valverde, em Évora, o Palácio de Manique do
Intendente, na Azambuja, e os Armazéns Pombalinos, em Vila do Bispo.
A recuperação dos
edifícios será feita por privados, através de concessões, estimando-se um valor
de cinco milhões por edifício, com um valor final de cerca de 150 milhões de
euros. Depois de feitos os concursos, os espaços abrirão portas como hotéis,
restaurantes ou até museus. No final de setembro, tinham sido anunciados quais os primeiros 12
imóveis do Estado que iriam a concurso para se converterem em projeto turístico.

A apresentação do projeto
destaca a importância que o Governo dá ao “património material e imaterial”,
enquanto “componente muito relevante da identidade histórica, cultural e social
do país e como elemento rico e diferenciador para a atratividade das regiões e
para o desenvolvimento do turismo
.