PRÉMIO – Escolas da região Centro chegam à frente na ciência

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Ambulância digital”, “Sentinela
da natureza
” e “Curtir peles com
cascas
” são apenas três dos 247 trabalhos distinguidos, na região Centro,
na primeira fase da 15.ª edição do prémio “Ciência
na escola
”, promovido pela Fundação Ilídio Pinho. Ontem, o auditório do
Conservatório de Música de Coimbra recebeu a cerimónia de entrega de diplomas
de mérito, bem como do prémio de participação, destinado a apoiar o
desenvolvimento do projecto.


As escolas da região Centro,
desde a educação pré-escolar até ao ensino secundário, apresentaram 543
projectos à 15.ª edição do concurso, que, este ano, é subordinada ao tema “A ciência na escola ao serviço do
desenvolvimento e da humanização
”. A nível nacional foram apresentados
1.250 projectos, correspondentes ao trabalho realizado em mais de 400 escolas.
Destes, foram seleccionados, pelos júris regionais, 590 projectos, dos quais
247 da região Centro.

«Quase 50% do total nacional de projectos são da região Centro»,
elogiou Cristina Oliveira, com a delegada regional de Educação do Centro a
reforçar o «orgulho» sentido pelos
números alcançados pela região, antes mesmo de acrescentar tratarem-se de «projectos magníficos» e aludir à «aventura marcante» proporcionada pela
participação no prémio levado a cabo pela Fundação Ilídio Pinho.

Durante a intervenção na
sessão solene, Cristina Oliveira enalteceu «a qualidade e o sucesso destes projectos», aproveitando, então,
para assinalar o «muito interessante
salto anual
» associado ao prémio “Ciência
na escola
”, bem como elogiou o facto de «ver projectos a saírem das paredes
das escolas» e serem capazes de promover «ligações
com os sectores empresarial e académico
».

Em representação da
coordenação nacional do prémio “Ciência
na escola
”, António Proença destacou «o
número espectacular de projectos na região Centro
» apresentados na 15.ª
edição. «O contributo da região Centro é
esmagador, é um número recorde
», defendeu, ainda antes de sublinhar a
existência de «muito boas ideias» e
informar que, «este ano, há mais 14 mil
alunos envolvidos no prémio do que no ano passado
».

«É sempre bom ver que há fundações interessadas no desenvolvimento das
pessoas
», afirmou a anfitriã da cerimónia de ontem, Maria José Nogueira. A
directora da Escola Artística do Conservatório de Música de Coimbra enalteceu,
de seguida, «o trabalho meritório»
associado ao prémio “Ciência na escola”,
que, importa referir, está dividido em cinco escalões, considerando, ainda, que
a Fundação Ilídio Pinho desenvolve, com esta iniciativa, «um investimento no futuro da educação» em Portugal.
João
Henriques
– Diário de Coimbra


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