OPERAÇÃO PÁSCOA – GNR regista menos mortos mas mais acidentes

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Os dados parcelares, por cada
dia da Operação Páscoa, tanto da PSP (nas áreas urbanas), como da GNR,
responsável por um território mais abrangente do país, variaram muito de dia
para dia, desde o passado dia 26 de março, segunda-feira, até hoje, 2 de abril.
Parcelarmente, os dados
oficiais indicam que a PSP registou, entre as 00H00 e as 12H00 de ontem (último
balanço publicado antes da hora de fecho desta edição), 18 acidentes de viação,
dos quais resultaram cinco feridos ligeiros e nenhum ferido grave, nem nenhuma
morte.
“No período compreendido
entre as 00H00 e as 12H00 de 1 de abril de 2018, a Polícia de Segurança Pública
em Portugal continental, Açores e Madeira, registou 18 acidentes de viação, dos
quais resultaram cinco feridos ligeiros e nenhum ferido grave
”, lê-se no
comunicado divulgado ontem à tarde.
A PSP colocou no terreno a
Operação Páscoa em Segurança no sentido de diminuir o número de acidentes na
estrada.
Balanço
da GNR com menos feridos graves
Por seu turno, GNR registou, ao
longo de todo o período, até às 24H00 de sábado, 655 acidentes, com três mortos
e 17 feridos graves, o que se traduz em mais acidentes, mas menos consequências
graves, do que no período homólogo do ano passado. Acresce que o oficial de dia
nacional da GNR adiantou ontem ao jornal que os dados de sábado sobre mortes e
feridos graves não se haviam alterado ao longo do dia.



Durante os quatro dias ocorreram 806 acidentes, que resultaram ainda em 17
feridos graves e 234 ligeiros.



Comparando com igual período
do ano passado, contam-se mais 55 acidentes, o mesmo número de mortos, mas
menos quatro feridos graves e menos cinco feridos ligeiros. Ou seja, até ontem
as consequências da sinistralidade rodoviária eram menos graves.



O fim da tarde de ontem foi o momento escolhido pela maioria das famílias
que viajaram durante esta quadra festiva provocando vários congestionamentos de
trânsito, como foi o caso, na região Centro, do IP3, no entroncamento com o IC6
e na zona de Penacova.
António Rosado – Diário
As Beiras