CONFRARIA DA LAMPREIA – Quando sente que é preciso o nosso Povo está!

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Nós Penacovenses
sabemos que o nosso Povo tem uma sabedoria intrínseca – e fina – que o
distingue. E está sempre presente quando é preciso!
Como foi amplamente
divulgado, no Sábado passado, dia 7 de Abril, decorreu o XV Capítulo da
Confraria da Lampreia de Penacova.
Antecipadamente ao
Evento, os nossos Confrades designados para tanto, estabeleceram aquela união
com o Povo de Penacova que só com ele é possível estabelecer: ajudem-nos a
tornar o nosso Desfile num dos mais maravilhosos que o Movimento Confrádico tem;
ajudem-nos a sermos orgulhosos.
E assim foi!
As janelas da Vila,
incluindo o espaço público junto ao Mercado, foram engalanados com as colchas
que se guardam nas arcas antigas, com naftalina, para irem perdurando no tempo;
as nossas Pessoas estiveram nas suas janelas atirando flores e papelinhos; viram-se
sorrisos cúmplices, gargalhadas de alegria … e acenou-se efusivamente à
passagem do colorido dos trajes das 54 Confrarias que nos visitaram, oriundas
de recantos vários do País, do Algarve a Trás-os-Montes, que  o representaram tão bem.
Era Portugal – e também
o estrangeiro, nomeadamente França – que ali desfilavam para nós Penacovenses:
com carinho, reconhecimento e regozijo.


Não era um desfile para
a Confraria da Lampreia; foi um desfile para todos nós, naturais ou residentes
em Penacova, Confrades incluídos, mas não só.
E diz quem teve a
felicidade de o ver do princípio ao fim; quem o fotografou e filmou: que um
colorido tão bonito; tão diversificado; tão alegre; tão grande, nunca se tinha visto
na nossa terra!
Felizmente que a
Confraria, em parceria com a Câmara Municipal, sem o publicitar, para não
alterar a genuinidade, tinham concertado, previamente, a feitura de um filme
global desse DESFILE, para memória futura.
Estará em causa,
sem  imodéstia, podermos ter sabido
construir um desfile de Confrarias que possa constituir Património Cultural
Imaterial de Penacova, quiçá de Portugal!
E é por isso que eu
digo que o nosso Povo, os nossos conterrâneos, intuitivamente, se sentiram ali
a fazer parte da nossa memória colectiva.
Bem Hajam
Luís Pais Amante


Mais fotos e um (belo) poema AQUI