ASSOCIATIVISMO – União Popular e Cultural de Chelo comemora hoje e amanhã 38.º aniversário

0
3
O União Popular e Cultural de
Chelo assinala hoje e amanhã o 38.º aniversário, com o maior destaque para a
entrega das faixas de campeão de futsal aos atletas juniores A. Uma
colectividade que nasceu com o futebol de 11, mas é com a festa na variante do
“futebol mais curto” que se comemora mais um ano de vida.

Para hoje está previsto o
habitual jantar de aniversário, na Sala Manuel Ribeiro dos Santos, em que
associados (pagam 15 euros) e não sócios (17,5 euros) e amigos do clube podem
participar neste convívio, onde serão homenageados alguns elementos que se
destacaram na época desportiva anterior. Trata-se da cerimónia da entrega das
faixas de campeões dos juniores A de futsal, seguida de animação musical que se
prolonga pela noite.

Amanhã haverá uma caminhada,
com concentração agendada para as 8h30 e início pelas 9h00. Cada participante
desembolsa 7,5 euros, com direito a almoço, à base de churrasco, pelas 13h30.
Serão cerca de 12 quilómetros, com partida e chegada a Chelo, privilegiando a
passagem pelas localidades de Pegada, Granja do Rio e Rebordosa.

O União Popular e Cultural de
Chelo nasceu com o futebol de 11 em 1980, secção agora extinta. A construção do
pavilhão permitiu melhores condições de trabalho e uma maior dinâmica, sendo
uma mais-valia não só para o clube, mas também para a freguesia, onde
regularmente são desenvolvidas várias actividades, proporcionando uma maior
proximidade à população.

«Temos as equipas masculinas de seniores, juniores e juvenis a praticar
futsal, além da formação de basquetebol feminina de sub-19 arquitectada por
atletas do concelho de Penacova, bem como a secção de bilhar na disciplina de
pool português
», afirmou António Ralha Ribeiro, presidente da
colectividade.

Não é só do desporto federado
que o clube vive, já que na área social são desenvolvidas outras acções, como a
ginástica de manutenção e hidroginástica, numa colectividade com cerca de 75
atletas e 320 sócios pagantes.

Carlos Sousa – Diário de Coimbra