PATRIMÓNIO NATURAL – Rios e Ribeiros da Região de Coimbra vão receber sinalética informativa

0
5

Os “corredores naturais” existentes na região Centro, como são os rios Mondego, Ceira e Alva, e outros, de menor dimensão, em serras como o Buçaco e a Lousã, “poderão ser valorizados e ombrear com os melhores ativos naturais da Europa” na área do turismo.

Queda de Água – Ribeira de Arcos – Foto de João Marques Fernandes

Os “corredores
naturais
” existentes na região Centro, como são os rios Mondego, Ceira e
Alva, e outros, de menor dimensão, em serras como o Buçaco e a Lousã, “poderão ser valorizados e ombrear com os
melhores ativos naturais da Europa
” na área do turismo.

Os Serviços de Comunicação, Imagem e Relações Públicas da
Universidade de Aveiro (UA) informam, em comunicado, que se trata de uma
encomenda da Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra (CIM-RC). Assim,
uma equipa de especialistas “tem vindo a
percorrer os corredores naturais dos concelhos que integram a comunidade, para
os salvaguardar e preparar para a promoção turística
”.

O objetivo do trabalho multidisciplinar dos
investigadores é “contribuir para uma
maior retenção de fluxos turísticos
”, afirma Jorge Brito, secretário
executivo CIM-RC, citado pelos serviços universitários.

A equipa – que integra valências de biologia, turismo e,
nos casos em que for necessário, património edificado
– está a avaliar a
sinalética, nos casos em que existe ou, não existindo e quando se justifique,
propor nova sinalética com a informação relevante para o local. As estruturas
podem surgir na forma de painéis verticais ou de mesas informativas, ou ainda
de painéis à beira das vias de maior afluência, refere a fonte. Os suportes
informativos também terão a forma de mapas, guias/desdobráveis e brochuras. Na
conceção de todos estes suportes informativos é central a área de design.

As múltiplas
valências da Universidade de Aveiro e a sua fácil integração; bem como a forte
implantação do seu trabalho no território, permitem cumprir com eficácia estas
tarefas de valorização dos vários tipos de património: paisagem, fauna, flora e
construções
”, sublinha Carlos Fonseca, professor do Departamento de
Biologia (DBio) da UA e coordenador geral da equipa.

António
Rosado
– Diário As Beiras (texto)