PINTURA – Carolina Santos vence Prémio Martins da Costa 2019

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Os premiados da 4.ª edição do Prémio Martins da Costa,
dinamizada, pelo Município de Penacova, foram conhecidos este sábado, numa
cerimónia que teve lugar no Centro Cultural de Penacova. Dos 150 trabalhos apresentados
a concurso, provenientes de várias regiões de Portugal, receberam menções honrosas Maria João Tavares Costa, Bruno Rafael
Fernandes Oliveira, Mário Diogo da Silva Afonso, Alexandre Madeira de Sousa,
Maria Alves Marques, Ivone Gonçalves Duarte Ramos, Paulo Eduardo Lopes Cruz
Oliveira. O 3.º prémio foi entregue a Beatriz Martins, no montante de 200€; o
2.º prémio a Martim Dinis, no montante de 400€ e o 1.º prémio a Carolina Simões
Santos, no montante de 750€.

O júri, a quem coube a difícil tarefa de avaliar os trabalhos
apresentados, foi constituído por Diogo Gama Rocha, neto do pintor Martins da
Costa e Diretor Geral da empresa Omdesign; João Rui Lacerda, Licenciado em
pintura e artes gráficas, docente no Agrupamento de Escolas de Penacova; Jorge
Cruz, licenciado em Arquitetura e arquiteto no Setor de Obras Públicas da
Divisão de Gestão Planeamento Urbanístico e Obras Públicas da Câmara Municipal
de Penacova; e Manuel Vaz, licenciado em Artes Plásticas / Escultura, professor
em Tondela.

O Prémio de Pintura Martins da Costa tem como objetivo
incentivar e premiar a criatividade na área da pintura e desenho, tendo como
tema obrigatório o “Vale do Mondego e
Penacova
” e evocar a obra de João Martins da Costa.

O pintor Martins da Costa nasceu em Coimbra, estudou
Pintura na Escola de Belas Artes do Porto, viajou por cidades como Florença,
Porto, Londres e viveu parte da sua vida em Penacova, onde construiu a sua
casa-atelier, na Costa do Sol, localizada no Centro Histórico de Penacova. Daí
ter pintado Penacova de vários ângulos e de um modo muito próprio, tendo desta
forma contribuído para mostrar este local, bem como a sua beleza para o
exterior.

Entre 1975 e 1991 Martins da Costa foi professor na Escola
Secundária de Penacova e colaborou com várias instituições locais. O artista e
pintor deixou uma obra extraordinária devido ao seu traço sensível e, ao mesmo
tempo firme e exato.