ILUSTRES [DES]CONHECIDOS – Maximino Fidalgo (1923-1984)

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Maximino
Fidalgo nasceu em Oliveira do Mondego em 1923. Foi aos 15 anos que iniciou a caminhada
que o levaria ao sacerdócio.

Em 1938
entrou no Seminário de Serém (Águeda) dos Missionários Claretianos, que em 1936
haviam alugado o  antigo Convento Franciscano
Capucho (séc. XVII/XVIII)  para aí
abrirem aquele estabelecimento de formação religiosa. Passou também pelos
Seminários de Alpendurada (Marco de Canavezes) e Termas de S. Vicente
(Entre-os-Rios).

Foi em
Alpendurada que fez o Noviciado, no ano de 1943, professando religiosamente no
dia 16 de Julho de 1944.

No final
deste ano, iniciou estudos de Filosofia no Colégio de Águas Santas de Jerez de
los Caballeros (Badajoz) e, ali perto, em Zafra, fez a preparação teológica. A Ordenação
Sacerdotal ocorreu a 29 de Abril de 1951 em Almendralejo, também na província
de Badajoz.

A partir de
1951 a sua actividade apostólica centrou-se nos Carvalhos, Vila Nova de Gaia.
Fez parte da Direcção do Colégio Internato dos Carvalhos, onde também trabalhou
na orientação espiritual dos educandos.

Em 1962
passou para o Seminário, onde foi Promotor Vocacional, acumulando com a
Direcção do Ciclo Preparatório no Colégio.

De1965 a
1968 foi Superior da Comunidade. Neste último ano foi eleito Administrador
Provincial.

Voltou ao
Colégio dos Carvalhos para o dirigir, de 1968 a 1971. Entre 1971 e 1974
acumulou a Administração daquele prestigiado estabelecimento de ensino, com o Economato do Seminário. 
Ainda fez
parte da Comunidade Colegial, foi Administrador, Vigário e, de 1980 a 1983,
Superior. 
Uma vida de entrega à missão evangelizadora e educativa
dos Missionários Claretianos (mais propriamente, Congregação dos Missionários
Filhos do Imaculado Coração de Maria).  Esta
congregação religiosa católica foi fundada por Santo António Maria Claret, em
1849.
Depois de
ter estado durante algum tempo internado no Hospital de S. João, no Porto, faleceu no dia 8 de
Abril de 1984, em Vila Real, quando acompanhava uma equipa de alunos do “seu” Colégio.

O funeral
realizou-se para o Cemitério de Pedroso (Vila Nova de Gaia), com Missa presidida
por D. José Augusto Pedreira, Bispo Auxiliar do Porto, a que assistiram inúmeras
pessoas e representantes de grande número de Instituições, atestando, conforme
escreveu o jornal da sua terra natal, o Nova Esperança, “a estima e
simpatia”, associada ao espírito “optimista”, que “o Padre Fidalgo”  irradiava junto de todos com quem trabalhava e convivia.

> David Gonçalves de Almeida

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