Se calhar, agora, fica bem agradecer!

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Todos sabem que o “meu regresso” mais activo, digamos assim, à minha terra -Penacova- significa, acima de tudo uma intenção de ajudar no que for preciso, sem qualquer tipo de interesse ou objectivo.
Todos sabem, também, que tenho mantido uma postura de serenidade crítica e, para quem não saiba, eu refiro -e enfatizo- que desejo para a minha terra e para os meus conterrâneos tudo de bom e tudo do melhor.
Todos terão já observado, ainda, que eu dedico especial empatia com os mais idosos, com os mais doentes, com os mais pobres e com aqueles -desempregados ou deficientes- para quem a vida tem sido “madrasta” e que têm passado por contextos de vida mais complicados.
E também saberão que eu tento ser uma pessoa justa!
As minhas opiniões ou reflexões, as minhas intervenções, os meus escritos e a minha poesia revelam, penso eu, muito da personalidade que a minha pessoa foi construindo (fundada nos ensinamentos humildes, mas sábios, dos meus saudosos País) e, também, muito do que são os meus pensamentos.
Ora, falando de justiça e de pensamentos, É JUSTO salientar que o nosso Município (Presidente, Vereadores -incluindo os da oposição- Deputados Municipais e Trabalhadores) têm estado mais do que à altura destes tempos que correm em crise!
A prontidão têm estado activa; a informação têm sido dada em tempo e com tempo, a pontos de eu, aqui em Lisboa, muitas vezes dela me socorrer; as disponibilidades financeiras têm cumprido as suas obrigações; as novas experiências de desenvolvimento nas relações de trabalho correram bem; a acção social acorreu aos problemas identificados; e o Covid, a nível concelhio, pode considerar-se bem enfrentado, bem sustido, digamos assim.
Mais, tendo em atenção o que, entretanto, mais ou menos à socapa, foi passado para a área de intervenção municipal, por esse Governo Central dos interesses muitas vezes duvidosos, então teremos que classificar as intervenções como muito, mas muito razoáveis.
Não é fácil assumir dossier’s complicados sem correspectividade orçamental integral.
Noutra perspectiva, tenho conhecimento, por relato de familiares e amigos, que as “quarentenas” e os “confinamentos” foram respeitados e seguidos e prosseguidos com arrojo e civismo.
E tenho conhecimento de que o interface com os nossos Bombeiros (sempre eles próprio uns furos acima no panorama nacional) e com a Proteção Civil Municipal, foi o necessário, no seu tempo certo.
O que faz deduzir que as determinações foram as correctas, ajustadas e percebidas, que é o mesmo que dizer “com peso e medida”.
Governar é a arte de saber conduzir interesses múltiplos e por vezes contraditórios no sentido assertado, justo e equilibrado, em defesa exclusiva do interesse público, que é universal e não tem donos ou patrões.
Portanto, GRATIDÃO para os nossos Autarcas que estiveram à altura do voto que receberam e, indiscutivelmente, in casu, representaram o nosso Povo -e a nossa imagem ancestral de gente simples mas cumpridora- com muita competência e, também, com muita dignidade e probidade.
Não me restam dúvidas sobre o facto de se ter que interiorizar que as pessoas de bem são as que sabem criticar actos menos felizes -como tem acontecido- mas que sabem, também, reconhecer e até agradecer os actos de sucesso.
BEM HAJAM, pois.

 

Luís Pais Amante