Caminhos da Região de Coimbra promovem 700 km de turismo de natureza

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Lançada hoje pela Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra (CIM-RC), a iniciativa constitui uma rede de trilhos pedestres que soma mais de 700 quilómetros de rotas municipais e intermunicipais.

Cyclin´Portugal
Assistindo-se hoje à necessidade de evasão dos grandes aglomerados e a um crescente interesse pela prática de atividades e desporto ao ar livre e em contacto com a natureza, os destinos com uma forte componente natural, que permitem a conciliação do conceito de isolamento social com a descoberta e contacto com a natureza, são certamente uma das tendências de turismo em Portugal”, justifica a nota enviada.
Há pequenas rotas adequadas para se fazer num dia e atividades como observação de aves e cogumelos, mas também percursos para explorar durante mais tempo. Estas são as quatro grandes rotas: a Grande Rota do Alva (106 km), a Grande Rota do Bussaco (56 km), a Grande Rota do Mondego (124 km) e o Caminho Natural da Espiritualidade (67 km).
A Grande Rota do Alva atravessa os concelhos de Penacova, Vila Nova de Poiares, Arganil, Tábua e Oliveira do Hospital e tem como elemento identitário o rio Alva.

 

A Mata Nacional do Bussaco é o epicentro da Grande Rota homónima que passa por Mealhada, Penacova e Mortágua.
Segue-se a mais longa das quatro, a Grande Rota do Mondego, que se estende da Figueira da Foz a Oliveira do Hospital com 142 km de extensão. Inclui Montemor-o-Velho, Coimbra, Penacova e Tábua.
Por fim, surge o Caminho Natural da Espiritualidade. O Caminho Português do Interior e as Rotas de Santiago contextualizam esta rota que liga Coimbra a Santa Comba Dão, com passagem por Penacova e Mortágua. Explora a relação da motivação da viagem espiritual com o património natural.
A Rota da Vinha (Cantanhede), a Rota de Sicó (Condeixa) e o Trilho do Vale do Ceira (Góis) são algumas das opções mais curtas a que se juntam outras 30 no território abrangido pela CIM-RC.
De acordo com o comunicado, para reforçar as condições destas rotas, foi feita a requalificação de caminhos e percursos, sinalética, estruturas de observação e de relação com a natureza, unidades de visitação e de apoio ao visitante, rotas temáticas, estruturas de informação e suportes de comunicação e divulgação. O fim é “afirmar a região de Coimbra como um destino turístico de excelência”.

 

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