A ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, disse hoje que o Governo está comprometido em levar a escola virtual a todo o território, salientando, no entanto, que o ensino terá de ser sobretudo presencial.

A ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, disse hoje que o Governo está comprometido em levar a escola virtual a todo o território, salientando, no entanto, que o ensino terá de ser sobretudo presencial.

A garantia foi dada por Ana Abrunhosa na Comissão de Administração Pública, Modernização Administrativa, Descentralização e Poder Local, onde foi ouvida esta manhã, quando respondia a uma questão do deputado socialista João Azevedo sobre se todos os alunos iriam ter um acesso equitativo à escola virtual.

“O governo está muito comprometido nesta matéria para ter condições para a escola virtual, mas a escola tem de ser sobretudo presencial porque senão as assimetrias acentuar-se-ão”, disse a ministra.

“A escola virtual é apenas um instrumento da escola, que deve ser presencial”, sublinhou Ana Abrunhosa.

A ministra da Coesão Territorial respondia assim à questão do socialista João Azevedo que lembrou o impacto da pandemia nas famílias, sobretudo com o encerramento presencial dos estabelecimentos de educação.

“Torna-se mais vital que nunca o acesso generalizado dos alunos à escola virtual. Pergunto se será por isso cumprido o acesso virtual a todo o país, dotando as famílias por um lado, de portáteis e acesso à ‘net’ e, por outro, conceber uma rede de distribuição que permita o acesso generalizado e em condições a todos por mais recôndita que seja a sua morada no interior do país”, disse João Azevedo.

A atividade letiva de todos os graus de ensino está interrompida por um período de 15 dias no continente, a contar desde o dia 22 de janeiro, uma medida decretada pelo Conselho de Ministros devido à disseminação da variante do SARS-CoV-2 que veio do Reino Unido, mais contagiosa.

O atual período de estado de emergência para permitir medidas de contenção da covid-19 termina às 23:59 do próximo sábado, 30 de janeiro, entretanto, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, já começou a ouvir os partidos políticos para uma nova renovação nos mesmos termos do decreto presidencial em vigor e com o mesmo conjunto geral de medidas do Governo.

Nessa ronda de partidos, o líder do PAN, André Silva, considerou na terça-feira fundamental que, na prevista renovação do estado de emergência, seja garantida a possibilidade de ensino à distância, exigindo que o governo cumpra com a “transição digital” que prometeu.

“Demos nota de algumas preocupações ao senhor Presidente da República, que é importante estarem previstas no decreto presidencial e também na resolução do Conselho de Ministros, desde logo a liberdade de ensino e portanto discordamos que haja esta restrição”, declarou o dirigente do PAN.

Também o líder do CDS-PP, Francisco Rodrigues dos Santos, avançou querer que o decreto presidencial “tem de prever a possibilidade de continuidade das aulas em formato ‘online’”.

A garantia foi dada por Ana Abrunhosa na Comissão de Administração Pública, Modernização Administrativa, Descentralização e Poder Local, onde foi ouvida esta manhã, quando respondia a uma questão do deputado socialista João Azevedo sobre se todos os alunos iriam ter um acesso equitativo à escola virtual.

“O governo está muito comprometido nesta matéria para ter condições para a escola virtual, mas a escola tem de ser sobretudo presencial porque senão as assimetrias acentuar-se-ão”, disse a ministra.

“A escola virtual é apenas um instrumento da escola, que deve ser presencial”, sublinhou Ana Abrunhosa.

A ministra da Coesão Territorial respondia assim à questão do socialista João Azevedo que lembrou o impacto da pandemia nas famílias, sobretudo com o encerramento presencial dos estabelecimentos de educação.

“Torna-se mais vital que nunca o acesso generalizado dos alunos à escola virtual. Pergunto se será por isso cumprido o acesso virtual a todo o país, dotando as famílias por um lado, de portáteis e acesso à ‘net’ e, por outro, conceber uma rede de distribuição que permita o acesso generalizado e em condições a todos por mais recôndita que seja a sua morada no interior do país”, disse João Azevedo.

A atividade letiva de todos os graus de ensino está interrompida por um período de 15 dias no continente, a contar desde o dia 22 de janeiro, uma medida decretada pelo Conselho de Ministros devido à disseminação da variante do SARS-CoV-2 que veio do Reino Unido, mais contagiosa.

O atual período de estado de emergência para permitir medidas de contenção da covid-19 termina às 23:59 do próximo sábado, 30 de janeiro, entretanto, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, já começou a ouvir os partidos políticos para uma nova renovação nos mesmos termos do decreto presidencial em vigor e com o mesmo conjunto geral de medidas do Governo.

Nessa ronda de partidos, o líder do PAN, André Silva, considerou na terça-feira fundamental que, na prevista renovação do estado de emergência, seja garantida a possibilidade de ensino à distância, exigindo que o governo cumpra com a “transição digital” que prometeu.

“Demos nota de algumas preocupações ao senhor Presidente da República, que é importante estarem previstas no decreto presidencial e também na resolução do Conselho de Ministros, desde logo a liberdade de ensino e portanto discordamos que haja esta restrição”, declarou o dirigente do PAN.

Também o líder do CDS-PP, Francisco Rodrigues dos Santos, avançou querer que o decreto presidencial “tem de prever a possibilidade de continuidade das aulas em formato ‘online’”.

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